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Estudante acusada de matar o pai em Minas se prostituía no Rio

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Estudante de direito e com um futuro promissor, moradora de área nobre de Belo Horizonte, Érika Passarelli tornou-se prostituta no Rio de Janeiro após ser acusada de matar o pai em Minas Gerais para ficar com o dinheiro de seguro de vida.

A mulher de 30 anos foi presa na madrugada desta quinta-feira (29) e levada para a capital mineira, onde foi apresentada com a aparência bem diferente da que tinha quando estava no Estado. Loira e de cabelos curtos, Érika alongou os cabelos, os tingiu de preto, e fez várias tatuagens para tentar despistar a polícia, que a procurava desde o ano passado.

O assassinato foi em agosto de 2010. Em um dos braços, tatuou a palavra liberdade. Ao ser presa, ela negou o crime.

Presa em Vargem Pequena, zona oeste do Rio de Janeiro, Erika teria planejado a morte do pai com o namorado e o sogro, de acordo com investigações policiais. Os dois suspeitos do crime foram presos em Belo Horizonte o ano passado e devem responder em liberdade. Conforme informações da polícia mineira, Érika havia feito um programa pouco antes de ser presa. Quando foi apresentada em Minas, cobriu o rosto demonstrando vergonha.

Érika chegou a ser vista no Espírito Santo, em uma reportagem exibida pelo Fantástico. Conforme as investigações, ela também passou pela Bahia e por São Paulo, antes de trabalhar numa casa de prostituição do Rio de Janeiro. A polícia suspeita que ela e o pai praticaram golpes e que houve desentendimento entre eles, por causa de dinheiro, o que teria levado a mulher a assassinar o pai.

Entenda do caso

O empresário Mário José Teixeira Filho, de 50 anos, foi morto com três tiros em 5 de agosto de 2010. Durante as investigações, a polícia descobriu que a morte teria sido encomendada pela própria filha dele, Érika. Ela queria receber apólices de seguro avaliadas em R$ 1,2 milhão, apontam as investigações.

Quem teria executado Mário foi o sogro de Érika, o cabo da Polícia Militar Santos das Graças Alves Ferraz, de 47. O filho dele, Paulo Ricardo de Oliveira Ferraz, 19 anos, namorado de Érika na época, também foi acusado de envolvimento no crime. Érika irá aguardar o julgamento presa em Minas Gerais.

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