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Mortos por erupção do vulcão Ontake no Japão chegam a 48

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Doze corpos encontrados nesta quarta-feira (1º) no topo do vulcão japonês Ontake elevam a 48 o número de mortos desde o início da erupção, no sábado (27), o que deixou centenas de pessoas presas no monte.

Coberto com uma espessa nuvem de cinzas, que deixam o local parecido com a superfície da Lua, o monte fica entre os municípios de Nagano e Gifu, no centro do Japão.

As equipes de resgate anunciaram que encontraram sete corpos em "estado de parada cardíaca", assim como havia acontecido com outros 36 corpos localizados nos últimos dias.

Mais tarde, o canal estatal NHK e outros meios de comunicação informaram que outros cinco corpos foram encontrados.

No Japão, as autoridades usam a expressão "parada cardíaca" para indicar a ausência de sinais vitais até a divulgação de uma certidão de óbito.

Muitas pessoas encontradas sem vida apresentavam sinais de ferimentos provocados por rochas, segundo os primeiros indícios. O vulcão não expeliu lava, mas projetou pedras e cinzas.

As equipes de resgate, que na terça-feira suspenderam as operações pelas condições meteorológicas e o temor de uma nova erupção, procuravam nesta quarta-feira os desaparecidos, mas vários corpos podem estar perto de uma cratera ou em locais de difícil acesso.

Os oficiais utilizavam capacetes, máscaras e outros equipamentos.

As autoridades não divulgaram um balanço de desaparecidos, mas o canal Nippon TV informou que as buscas prosseguem no monte Ontake.

A prefeitura de Nagano informou à AFP que abriu uma investigação 'para determinar o número de indivíduos sobre os quais não se têm notícias'.

A erupção também deixou 69 feridos.

No sábado, no momento da erupção do Ontake, de 3.067 metros de altitude, quase 300 pessoas estavam a caminho do topo.

Tarifa de ônibus urbano volta a subir e pesa sobre inflação pelo IPC-S

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As tarifas de ônibus urbano voltaram a subir e pressionaram a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal  (IPC-S) em setembro, que acelerou 0,49%, 0,06 ponto percentual acima da taxa registrada na última divulgação, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,93%, no ano e, 6,97%, nos últimos 12 meses.

Das oito classes de despesa que integram o cálculo do indicador, cinco mostraram taxas maiores em setembro. A principal contribuição para o avanço da taxa do índice partiu do grupo transportes (de 0,29% para 0,51%).

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos alimentação (de 0,47% para 0,55%); comunicação (de 0,45% para 0,67%); vestuário (de -0,02% para 0,02%); e

saúde e cuidados pessoais (de 0,47% para 0,50%).

Na contramão, apresentaram taxas menores os grupos habitação (de 0,51% para 0,48%) e despesas diversas (de 0,19% para 0,11%).

O grupo educação, leitura e recreação repetiu a taxa de variação registrada na última apuração, 0,64%.

Veja o comportamento de alguns itens:

Hortaliças e legumes (de -6,32% para -4,63%)

Tarifa de telefone móvel (de 0,17% para 0,73%)

Roupas (de 0,14% para 0,24%)

Medicamentos em geral (de 0,13% para 0,31%)

Tarifa de ônibus urbano (de -0,31% para 0,28%)

Móveis para residência (de 0,78% para 0,03%)

Clínica veterinária (1,22% para 0,51%)

Excursão e tour (de 0,08% para 0,40%)

Hotel (de 0,63% para -0,20%)

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Comunicado (Clique na imagem)

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