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Superlotação, violência e ameaças: Essa é a prisão onde Pistorius viverá

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Condenado a cinco anos de prisão pela homicídio culposo da namorada, Reeva Steenkamp, Oscar Pistorius foi encaminhado para o presídio Kgosi Mampuru II, conhecido também como Prisão Central de Pretória. Durante a última semana, a questão da estrutura do serviço prisional sul-africano foi muito discutida pela defesa do astro paralímpico, que afirmou que o local não tinha condições e nem segurança para receber um detento biamputado. Pistorius dividirá espaço com outros 7.000 presos, mas tudo indica que ele permanecerá em uma ala hospitalar.

De acordo com o jornal britânico ''Mirror'', a prisão a que Oscar Pistorius foi enviado tem uma das piores famas do sistema penitenciário sul-africano. Batizado atualmente de Kgosi Mampuru II, o local ficou conhecido na época do Apartheid como Prisão Central de Pretória como cena de enforcamentos coletivos.

É de conhecimento público na África do Sul que há superlotação, constantes brigas de gangues rivais, estupros e transmissão do vírus do HIV como punição para detentos que descumprem as “leis” estabelecidas pelas lideranças da prisão. Durante a sessões no tribunal, na semana passada, a defesa de Pistorius havia afirmado que o atleta chegou a receber ameaças de gangues.

Uma recente inspeção do sistema prisional sul-africano revelou que as celas estão acima da capacidade e que os presos passam até 23h apertados nos cubículos, sofrendo constantes ameaças e extorsões, tudo isso sob vista grossa dos guardas. Relatos da imprensa internacional dão contam 80 homens podem dividir uma cela com capacidade para a metade deste número.

Lembre o caso:

No dia 14 de fevereiro de 2013, Oscar Pistorius deixou sua casa em Pretória escoltado por autoridades como principal suspeito de matar a sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp, naquela madrugada. Em depoimento, o atleta alegou que ouviu barulhos e efetuou os disparos de arma de fogo após confundir a companheira com um ladrão. A promotoria, no entanto, acredita que o crime foi premeditado e executado após uma discussão do casal. Após uma semana de audiências, no ano passado, o juiz Desmond Nair garantiu a fiança ao medalhista paralímpico e anunciou que ele responderia pela morte de Reeva em liberdade.

Criança morre após ser picada por escorpião

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A estudante Rayssa Gabriely Costa Batista, de apenas 9 anos, morreu no último domingo (19) após ser picada por um escorpião enquanto dormia em um sítio no distrito de Martim Francisco, em Mogi Mirim.

Ela chegou a ser socorrida com vida até a Santa Casa de Mogi Mirim, na noite de sexta-feira (17), mas como no local não havia soro antiescorpiônico, Raissa foi levada para o Hospital de Clínicas da Unicamp, onde teve uma série de paradas cardíacas e morreu. Ela foi enterrada na manhã de ontem. Na escola onde ela estudava, colegas de classe prestaram uma homenagem.

Raíssa vivia com a família em um sitio da zona rural do distrito. Há um ano e dois meses ela havia sido picada por um escorpião, mas conseguiu se salvar.

“Da outra vez ela chegou a ficar internada, mas teve os primeiros socorros em Mogi mesmo, e dessa vez não teve aqui e teve que ir para Campinas, demorou para atender. Essa demora no atendimento que prejudicou”, disse a tia da garota, Maria Angela da Costa.

Segundo ela, Rayssa chegou à Unicamp inconsciente. “O veneno já tinha se espalhado pelo corpo. É uma tristeza muito grande. Ela tinha feito aniversário no dia 2 de outubro”, lamentou.

Rayssa estudava na escola municipal Braulio José Valentim, localizada no distrito de Martim Francisco, onde ficava em período integral. Amigos de classe fizeram desenhos e montaram um mural em homenagem a Rayssa.

A reportagem tentou falar com os pais da criança, mas os celulares estavam desligados. O enterro foi realizado na manhã desta segunda-feira (20), em Mogi Mirim. Rayssa tinha um irmão de 5 anos e sua mãe está grávida do terceiro filho.

A Santa Casa de Mogi Mirim apenas confirmou que a criança deu entrada no hospital na noite de sexta-feira em estado grave. Como não havia soro no local, o médico plantonista entrou em contato com a equipe do HC da Unicamp para que a transferência fosse realizada.

A assessoria de imprensa do HC confirmou que a criança chegou a tomar o soro antiescorpiônico no hospital de Campinas e foi internada na UTI pediátrica, mas não resistiu ao veneno e morreu na manhã de domingo.

Sobre a falta de soro próprio para ser injetado após picadas de escorpião, a Santa Casa de Mogi Mirim informou que a resposta deveria ser dada pela Secretaria Municipal de Saúde. Devido à gravidade do fato, a reportagem tentou insistentemente uma posição da secretaria local, que foi comunicada da demanda às 15h25, mas a informação repassada duas horas depois foi de que nenhuma resposta seria dada ontem porque o expediente dos servidores se encerrava às 17h.

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