A Secretaria de Meio Ambiente aplicou novamente nesta semana o agente biológico Metarhizium, usado para controle do carrapato-estrela, transmissor da febre maculosa, na Orla da Praia Azul, área considerada de risco, que faz divisa com a região do Parque da Represa, em Paulínia.
Americana já registrou 29 casos de febre maculosa em 2026, sendo 18 descartados, 9 aguardando resultado e 3 óbitos. A primeira morte foi confirmada em 30 de junho, e a segunda em 17 de julho. O município contabiliza 34 notificações de febre maculosa, com 22 casos descartados, 9 aguardando resultados e 3 óbitos. A prefeitura recomenda evitar áreas de risco para o carrapato-estrela, que é o principal transmissor da doença.
O Metarhizium é um fungo entomopatogênico utilizado no controle do carrapato, sem agredir o meio ambiente e os animais. A aplicação é realizada com tratores e mangueiras adequados para esse tipo de serviço. Na última semana, o produto também já havia sido aplicado em outros locais no município vizinho, na Avenida Bandeirantes, no trecho entre o Corpo de Bombeiros e a Avenida Europa, entre os bairros Jardim Colina e Vila Cordenonsi.
O Instituto Biológico da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento e a empresa Toyobo, licenciada pelo instituto, atuam em parceria nas ações de controle do carrapato, com acompanhamento da Secretaria Municipal de Saúde.
“As aplicações do Metarhizium nas áreas de risco em nossa cidade são fundamentais para controlarmos o carrapato-estrela. Todos os esforços estão sendo feitos para tentarmos impedir que novos casos de febre maculosa surjam em Americana. É um desafio, mas estamos empenhados nesta luta, de forma a não prejudicar nem o meio ambiente nem o munícipe”, disse a secretária de Meio Ambiente, Andréa Gonçales.
Sumaré confirmou a primeira morte por febre maculosa em 2026. Com o novo caso, a região chega a quatro óbitos provocados pela doença neste ano. As outras três mortes foram registradas em Americana.
A vítima de Sumaré é um homem de 37 anos, sem comorbidades e morador da região central. Ele morreu no dia 30 de julho, após permanecer internado na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Macarenko. A confirmação foi divulgada nesta terça-feira (18) pela Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo a Vigilância Epidemiológica, o local provável de infecção ainda está sendo investigado. O paciente foi submetido a exames para diferentes doenças, conforme o protocolo adotado pelas autoridades sanitárias, e o resultado confirmou a infecção por febre maculosa.
Sumaré registra primeira morte
Sumaré confirmou a primeira morte por febre maculosa em 2026. Com o novo caso, a região chega a quatro óbitos provocados pela doença neste ano. As outras três mortes foram registradas em Americana, conforme informado acima.
A vítima de Sumaré é um homem de 37 anos, sem comorbidades e morador da região central. Ele morreu no dia 30 de julho, após permanecer internado na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Macarenko. A confirmação foi divulgada nesta terça-feira (18) pela Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo a Vigilância Epidemiológica, o local provável de infecção ainda está sendo investigado. O paciente foi submetido a exames para diferentes doenças, conforme o protocolo adotado pelas autoridades sanitárias, e o resultado confirmou a infecção por febre maculosa.
Sumaré contabiliza 85 notificações da doença em 2026. Desse total, um caso foi confirmado e terminou em morte, enquanto outros 38 permanecem sob investigação e aguardam resultados de sorologia.
A febre maculosa é causada pela bactéria Rickettsia rickettsii e transmitida pela picada do carrapato-estrela infectado. O município está no período de maior risco de transmissão, que segue até novembro.
A orientação é para que a população redobre os cuidados ao frequentar áreas verdes, principalmente locais próximos a rios, lagoas, matas e terrenos com vegetação alta.
“A febre maculosa exige atenção e resposta rápida. O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento são fundamentais para evitar o agravamento da doença”, afirmou a secretária adjunta de Saúde, Denise Barja.
Ela também orientou que moradores com febre, dor no corpo e mal-estar procurem uma unidade de saúde e informem aos profissionais se estiveram recentemente em locais com possível presença de carrapatos.
Outros sintomas da febre maculosa incluem desânimo, náuseas, vômitos, diarreia e dor abdominal. De acordo com a Prefeitura, os profissionais da Rede Municipal de Saúde estão capacitados para atender casos suspeitos.