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Domingo, 02 de Agosto de 2026

Notícias/MEIO AMBIENTE

Moradores de Paulínia voltam a reclamar de água com cheiro de mofo nas torneiras

Sabesp afirma que faz monitoramento contínuo e adota medidas para manter qualidade

Moradores de Paulínia voltam a reclamar de água com cheiro de mofo nas torneiras
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​Nesta semana moradores de Paulínia voltaram a reclamar da qualidade da água que chega às torneiras da cidade. Relatos apontam forte cheiro de de mofo. ​A situação impacta diretamente a rotina das famílias, que encontram dificuldades para tarefas básicas como cozinhar, lavar louça e tomar banho.
Em nota, a Sabesp informou que intensificou, ao longo da semana, o monitoramento da qualidade da água distribuída em Paulínia, após manifestações pontuais relacionadas a alterações de gosto e odor. Equipes da Companhia estão realizando coletas e análises em diferentes pontos do sistema e atendendo diretamente os clientes que registraram ocorrências.
Segundo a empresa, os resultados disponíveis até o momento confirmam que a água permanece dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação. Como medida preventiva, a Sabesp reforçou a aplicação de carvão ativado no processo de tratamento e acionou o poder público para acompanhamento da situação.
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A companhia disse que mantém o monitoramento contínuo e seguirá adotando as medidas operacionais necessárias para assegurar a qualidade e a segurança do abastecimento.
A Sabesp permanece à disposição dos clientes pelos canais de atendimento. Ocorrências e solicitações podem ser registradas na Central de Atendimento pelo telefone 0800 055 0195, com ligação gratuita e funcionamento 24h, pelo WhatsApp (11) 3388-8000 ou pela Agência Virtual,
 
Problema recorrente
Não é a primeira vez moradores de Paulínia e de outras cidades da região reclamam da qualidade da água fornecida pela concessionária. Técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo, Arsesp, identificaram gosto e odor incompatíveis com os padrões adequados ao consumo humano em um fiscalização realizada no dia 24 de abril de 2026, nas estações de tratamento de água administradas pela Sabesp e localizadas nas cidades de Paulínia e Hortolândia.
Em relatório compartilhado com a Prefeitura de Hortolândia, a equipe da agência aponta que, apesar de não terem sido apresentados, até o momento da fiscalização, laudos laboratoriais conclusivos sobre a origem dos problemas, foi possível constatar de forma recorrente a presença de alterações sensoriais na água produzida.
E ressaltava que é responsabilidade da Sabesp a adoção de medidas preventivas e corretivas adequadas, o acionamento rápido dos órgãos ambientais competentes, além da manutenção de instrumentos de gestão de risco, incluindo Plano de Segurança da Água e Plano de Contingência para eventos de contaminação, acidentais ou não.
O documento informava também que decorrida aproximadamente uma semana desde o início da ocorrência, não foram identificadas ações corretivas efetivas nem o devido acionamento aos órgãos ambientais, o que evidencia fragilidade na resposta operacional.
FONTE/CRÉDITOS: Diário de Paulínia

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