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Sexta-feira, 17 de Abril de 2026

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PF volta a cumprir mandados de busca e apreensão em Paulínia

Ações são contra fraudes cibernéticas e lavagem de dinheiro

PF volta a cumprir mandados de busca e apreensão em Paulínia
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Numa nova ação da Polícia Federal (PF) em Paulínia, deflagrada na manhã desta terça-feira (2), a  Operação "Lauandi" investiga na cidade e em outros municípios do interior paulista e no Maranhão uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro.

O fato acontece menos de uma semana após a megaoperação contra a influência do PCC na área de combustíveis, que resultou em pelo menos duas buscas em empresas e contra duas pessoas em Paulínia, inclusive uma delas um ex-policial civil, que acabou sendo preso.

 Ao todo, são mais de 17 mandatos sendo cumpridos, além de Paulínia, em Sorocaba, Votorantim, Ibiúna, Marília, Peruíbe e Imperatriz (MA). Foram apreendidos diversos dispositivos eletrônicos, como celulares, documentos, veículos, dinheiro, cartões bancários entre outros materiais utilizados na falsificação de documentos.

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Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro de bens móveis e imóveis, bloqueio de contas bancárias e custódia de criptoativos.

A Operação "Lauandi" investiga uma organização criminosa especializada em fraudes cibernéticas, falsificação de documentos, estelionato e lavagem de dinheiro.

Segundo as investigações, o grupo conseguiu grandes quantidades de dinheiro a partir de fraudes contra o Estado e empresas, além da comercialização de dados pessoais. Os valores eram direcionados para contas movimentadas por meio de empresas falsas, com o apoio de um contador.

Os investigados vão responder pelos crimes de falsificação de documentos, estelionato, organização criminosa e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem ultrapassar 20 anos de prisão, segundo a PF.

Investigações

Segundo informa o portal G1, a PF começou a investigar as fraudes da organização em agosto de 2020, a partir de uma informação encaminhada pela Caixa Econômica, que continha dados sobre 91 benefícios de Auxílio Emergencial fraudados, no valor de R$ 54,6 mil, que teria sido desviados para duas contas bancárias de pessoa física e de pessoa jurídica em Indaiatuba. A partir disso, a Delegacia da Polícia Federal de Campinas identificou milhares de outras fraudes.

Parte dos envolvidos no esquema também estavam localizados nos estados de Goiás e Rondônia. Eles recebiam valores de aproximadamente 360 contas do Auxílio Emergencial, que eram fraudadas por meio de pagamento de boletos e transferências bancárias.

A operação desta terça-feira foi realizada a após a Operação "Apateones", de março de 2023, conduzida pela Polícia Federal de Campinas. Na época, um homem suspeito de comandar a organização criminosa e a sua esposa foram presos em flagrante por organização criminosa e posse ilegal de arma de fogo.

 

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