Novas passagens de concreto estão surgindo ao lado das pistas da Rodovia Professor Zeferino Vaz no município de Paulínia e na região de Campinas. Uma etapa de obras na SP-332 abrange 7,12 km, com investimento estimado em R$ 92,6 milhões e previsão de seis novas pontes e viadutos.
A intervenção também inclui vias marginais e mudanças nos acessos que ligam a rodovia a bairros de Campinas e Paulínia. As melhorias ficam entre os quilômetros 114 e 121,12 da Rodovia Professor Zeferino Vaz. O trecho abrange a região de Campinas e sua divisa com Paulínia.
A estrada atende motoristas que seguem para Barão Geraldo, áreas empresariais e bairros próximos aos acessos da rodovia.
O Governo de São Paulo apresentou, em agosto de 2026, uma etapa com 7,12 km de extensão, novas vias marginais e seis estruturas de concreto. O objetivo é melhorar a distribuição dos veículos que entram e saem do corredor.
A Artesp mantém o registro da intervenção na SP-332 entre os quilômetros 114 e 119, com atualização operacional realizada em outubro de 2026.
Por que o projeto prevê seis novas pontes e viadutos?
As seis estruturas previstas permitirão reorganizar cruzamentos e conexões entre as vias marginais e a pista principal. O projeto também inclui o alargamento de um viaduto existente.
As obras de arte especiais, nome técnico dado a pontes e viadutos, ajudam a distribuir os fluxos quando diferentes ruas e rodovias se encontram.
Na região de Campinas, parte das intervenções envolve a remodelação dos acessos ao Real Parque e a Barão Geraldo. Em outros pontos, as obras reorganizam as ligações com Paulínia.
O sistema possui três elementos importantes:
1.Novas vias marginais
Recebem veículos que precisam acessar bairros e estabelecimentos próximos à rodovia.
2.Pontes e viadutos
Organizam cruzamentos e permitem que diferentes movimentos ocorram sem compartilhar todos os pontos da pista.
3.Alças de acesso
Conectam as pistas marginais às ruas e aos dispositivos que distribuem o tráfego local.
Como as estruturas do Trevo do Real Parque estão sendo montadas?
O Trevo do Real Parque recebeu operações de içamento de vigas para construir novas passagens inferiores. Esses elementos de concreto serão utilizados para sustentar partes das pistas marginais.
A Rota das Bandeiras detalhou uma operação realizada em janeiro de 2026, no km 116 da SP-332.
O serviço previa o posicionamento de cinco vigas com comprimentos entre 11 e 13 metros e pesos de 9 a 12 toneladas. A movimentação exigiu um guindaste e interrupções temporárias na passagem inferior.
As peças formam parte da estrutura sobre a qual passarão os veículos. Depois do posicionamento, outras etapas da obra completam as superfícies de circulação e os elementos de proteção.
Por que o investimento anunciado é de R$ 92,6 milhões?
O valor de R$ 92,6 milhões corresponde ao recorte de obras apresentado pelo Governo de São Paulo em agosto de 2026. A extensão considerada nessa divulgação vai do km 114 ao 121,12.
A concessionária utiliza também um orçamento mais amplo para as intervenções da SP-332, incluindo outras etapas entre Campinas e Paulínia. Nesse programa maior, foi informado investimento de R$ 180,3 milhões, com referência de julho de 2025.
Os dois valores tratam de abrangências diferentes. Portanto, não devem ser somados nem apresentados como duas estimativas para exatamente o mesmo conjunto de serviços.
Como as vias marginais devem modificar o trânsito entre Campinas e Paulínia?
As pistas marginais permitem separar parte dos deslocamentos locais dos veículos que continuam pela SP-332. Quem precisa acessar uma rua ou um estabelecimento poderá utilizar conexões próprias, conforme a configuração de cada trecho.
Essa organização reduz a necessidade de concentrar todos os movimentos na pista principal. A região também atende viagens em direção à Unicamp e ao polo industrial de Paulínia.
Uma intervenção de escala maior, com o objetivo de organizar o tráfego de passagem, é o projeto de uma estrada com pontes, viadutos e túneis para reorganizar a circulação ao redor de São Paulo.
Quando todas as in tervenções deverão ficar prontas?
O cronograma estadual apresentado em agosto apontava julho de 2027 para a conclusão integral da etapa de 7,12 km. A previsão dependia da execução dos acessos e das estruturas ainda em construção.
O registro da Artesp também mostra que havia serviços ativos entre os quilômetros 114 e 119 em outubro de 2026.
As entregas podem acontecer por segmentos, conforme a conclusão e a liberação de cada parte. Até que todos os acessos estejam concluídos, motoristas devem observar a sinalização temporária nos pontos de obra.
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